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Setlist especial Fim do Mundo

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Se você está lendo isso é porque o mundo não acabou. Ou pelo menos por enquanto, já que até às 11:11 tudo pode acontecer! E como a gente acha que a melhor forma de ir embora é dançando, preparamos um setlist especial para este 21 de dezembro de 2012. Agora você confere alguns artistas que “previram” o fim do mundo alguns anos depois dos Maias, seja nas letras, seja no clipe em si!

Mas, se você, como a gente, é daquelas que acredita que o fim do mundo é apenas uma mudança de era também temos a música certa para você!

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Setlist especial: dia dos pais

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A seleção musical dessa sexta foi feita em homenagem àqueles caras que nos fizeram ser como somos: os nossos pais. Tem pai presente, pai ausente, pai biológico, pai de coração, pai amigo, pai durão. Tem aqueles que não dormem sem a gente chegar, tem outros que roncam antes mesmo de fechar os olhos. Tem pai de todos os tipos, todos os estilos. De um jeito ou de outro, domingo é o dia deles, e hoje eles são o tema do nosso setlist!

– Father and son, Cat Stevens

– Tears in heaven, Eric Clapton

– Changes, Ozzy & Kelly Osbourne

– The best day, Taylor Swift

– Papa, don’t preach, Madonna

Setlist: Madonna

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Essa semana a Madonna, diva máxima, lançou um novo disco, novo single e nova polêmica. Disse ela, em entrevista a Newsweek: “Comecem a economizar suas moedas agora. Trabalhem o ano inteiro, juntem dinheiro e venham ao meu show. Eu valho a pena”.
Madonna, eu te adoro. Em 2008 eu fui ao seu show e pulei sozinha na chuva por duas horas. Cheguei em casa com febre, dor de garganta e tive que jogar meu tênis fora. Mas tudo isso valeu a pena. Agora não, Madonna. Eu não vou passar novo perrengue, nem economizar minhas moedinhas para pagar os 500 dinheiros que devem custar seu ingresso. Vou te homenagear no setlist de hoje e olhe lá. Humpf.

1.    Express Yourself

2.    The power of goodbye

3.    Material Girl

4.    Give it 2 me

5.    Jump

Faixa bônus: Give me all your luvin’

#metida.

Perfil: Wallis Simpson

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Há tempos eu penso escrever aqui no blog mini-perfis de mulheres que eu admiro e que, de certa forma contribuíram para a moda. Os nomes são muitos, mas resolvi começar por uma polêmica: Wallis Simpson.
Se você nunca ouviu falar dela, vale ler este post atentamente e, em fevereiro, comparecer ao cinema mais próximo para ver W.E, filme dirigido por ninguém menos que Madonna.


Voltando ao que interessa, a americana Wallis Simpson foi uma das primeiras fashionistas da história, bem antes da invenção do termo. A bem da verdade, não era lá muito bonita, mas conhecia o jet set britânico e também o americano como ninguém. Divorciada, esperta e espirituosa, sabia muito bem como atrair as atenções. E foi exatamente isso que fez com o então rei da Inglaterra Edward VIII.
Se você achou romântica a história de William e Kate, vai suspirar pela história de Edward e Wallis. Afinal, se casar com uma plebeia é fácil. Difícil é enfrentar a Igreja Anglicana e se casar com uma mulher duas vezes divorciada. Pressionado pelo povo inglês, que clamava por uma rainha, o rei Edward VIII não teve outra solução a não ser abdicar do trono e abrir espaço ao seu irmão George (lembra do filme O Discurso do Rei?).


A vida do ex-rei não foi fácil a partir de então. E nem a de Wallis. Depois dessa, ela nunca foi aceita pela família real, que excluiu o casal do convívio social. Impossibilitada de ser tratada por Alteza Real, teve que se contentar com o título de Duquesa de Windsor.
Edward também era um pouco desastrado em suas atitudes e, durante uma passagem pela Alemanha, foi mostrar simpatia logo por quem não devia: Hitler. Para evitar uma crise diplomática, o primeiro-ministro da Inglaterra Winston Churchill mandou os dois para as Bahamas, de onde partiram para a França.
Se Wallis ficou triste com a mudança, não deixou ninguém perceber. Continuava servindo jantares, dando festas, e sabia receber como ninguém. Sua relação com a moda pode ser resumida em sua célebre frase: “Não sou uma mulher bonita. Não sou nada pra se olhar, então a única coisa que posso fazer é me vestir melhor do que qualquer outra pessoa”.


Mesmo não sendo exatamente um ícone de beleza, Wallis foi a primeira garota propaganda da Dior, e mantinha um guarda-roupa impecável recheado por peças de Chanel, Jacques Fath e Givenchy. Anos depois de sua morte, seu estilo continua influenciando mulheres pelo mundo. É o caso de Madonna e Nancy Shevell, que se casou com Paul McCartney com um vestido inspirado em modelo usado por Simpson.
Da pra ver que no mundo da moda, realeza não é tudo.

Setlist – especial Britney Spears

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Ela dançou com cobras, beijou Madonna na boca, namorou o Justin Timberlake, teve um casamento-relâmpago de 55 horas, raspou a cabeça, agrediu um paparazzi com um guarda-chuva e está sempre brigando com a balança. Mas fato é que Britney Spears também coleciona sucessos.

Amanhã, a tia-avó princesa do pop se apresenta na Apoteose, no Rio. Dia 18, em São Paulo.

E pra entrar no clima, a gente preparou um setlist dos bons!

– You drive me crazy

A música foi trilha do filme Drive Me Crazy, com a Melissa Joan Hart (lembra da bruxinha Sabrina?) e com o Adrian Grenier (namorado mala da Andy, em O Diabo Veste Prada). Diz que Adrian foi meio arrastado, mas foi. Não fez tanto sucesso, mas é uma das melhores faixas do álbum de estreia da Britney.

– I’m a Slave 4U

Foi com esse vídeo, do álbum Britney, que ela deixou pra trás a síndrome de Sandy que atormentava desde o primeiro sucesso (…Baby one more time). Pena que o corpinho nunca mais foi o mesmo…

– Me against the music (feat. Madonna)

O dueto veio em boa hora pra Britney. Madonna, que já tinha recusado propostas de Bono e Frank Sinatra (oi??? quem faz isso???), aceitou gravar os vocais pra Me Against the Music. Sem querer, acabou tirando Britney do limbo… A crítica deu um pouquinho de sossego – mas não muito.

– Piece of Me

Era pra ser uma resposta a mídia depois de todos os escândalos protagonizados por Britney em 2007. Como música é ótima, como resposta… hum, not so much

– Criminal

Elevou a história de se apaixonar por um cara que não vale nada à décima potência. A música tem até uma vibe assim, meio Papa Don’t Preach, da Madonna. Tem carinha de que vai fazer sucesso!

Jean Paul Gaultier

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Desde o início do Rock in Rio, os cariocas estão se esbaldando com as celebridades que passam por aqui. Elton John, Stevie Wonder, Rihanna, Chris Martin, Axl Rose, Shakira, Justin Bieber, Eric Clapton, a galera do Tears for Fears. Mas para quem gosta de moda, ninguém nessa lista é tão importante quanto o “enfant terrible” Jean Paul Gaultier.


O estilista veio para o Brasil prestigiar a première do documentário que conta a história de toda a sua vida no mundo da moda. Dirigido por sua amiga de longa data, a ex-modelo muçulmana Farida Khelfa, “Jean Paul Gaultier – Quebrando as regras” está em cartaz no Festival do Rio e vale cada centavo do ingresso.


Mas a visita não parou por aí. Ele ainda teve fôlego para um bate-papo (grátis) para estudantes de moda e demais interessados ontem no Espaço Tom Jobim no Jardim Botânico. Aliás, um lugar que vale visitar!


A convite do Paulo Borges e da Bethy Lagardère,  Gaultier e Farida foram “entrevistados” por Camila Yahn, editora do FFW. Em pouco mais de uma hora de conversa, o estilista falou de tudo. Do início de carreira sem nenhuma educação formal em moda, como foi trabalhar com Pierre Cardin, fazer figurinos para Madonna (foi ele o famoso criador dos sutiãs da turnê Blond Ambition, em 1990) e Almodóvar e, principalmente, como falar para as massas e continuar quebrando tabus.


Desde os anos 80, Gaultier tornou-se conhecido por fazer aquelas coisas que ninguém fazia e dar uma certa voz aos excluídos do mundo fashion. Foi assim que ele levou às passarelas a estética punk, a gordinha Beth Ditto, vocalista da The Gossip, a dançarina burlesca Ditta Von Teese, o andrógino Andrej Pejic (vestido de noiva), e muito mais.


Tanta modernidade não impede que Gaultier trabalhe também na sua linha de alta-costura, o que faz com muita competência. Ele ainda é responsável por alguns dos perfumes mais vendidos do mundo. São estes itens que “sustentam” sua marca, mais acessíveis ao público em geral do que seus famosos sutiãs cônicos.


Sorrindo o tempo todo, Jean Paul Gaultier mostrou que, nesse caso, rebeldia anda lado a lado com simpatia. E ainda deu a dica de como continuar produzindo e vivendo: “Temos que procurar nossa alma de infância, aquilo que nos faz feliz. Ou seja, não devemos ser blasés”.
Para seguir à risca!

Nota: obviamente a primeira foto da palestra foi tirada com o meu blackberry. A outra (a boa!) é do site FFW! =)

Baile do Met – Parte III

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E vamos à última parte da nossa série de posts sobre o Met Ball 2011!

Cores

Eu não gosto de vermelho no red carpet por motivos óbvios e outros nem tanto. Acho meio esquizofrênico você querer aparecer e meio que se camuflar no tapete.

Ao que parece, essas meninas não concordam comigo e arrasaram no vermelho Valentino e suas variações.

Gisele Bündchen veste McQueen

Lea Michelle de Escada

Mary Kate Olsen veste Givenchy Haute Couture

Ih, olha o vestido da Pippa Alexander McQueen atrás da Dianna Agron! Super in.

Dianna Agron veste Michael KorsIsabel Lucas veste Louis VuittonKristen veste Proenza Shouler

Outra cor pra quem gosta de “chegar chegando” é o pink! E põe pink nisso.

Brooklyn Decker de Michael Kors

Por favor, o que se passa na cabeça da J.Lo. Depois de Kaoma, ela me surge com isso… Não, Jenny… Go back to your block…

Jennifer Lopez de Gucci

Ginnifer Goodwin escorregou na cor e no (re)corte do vestido, mas presta atenção na joia!

Ginnifer Goodwin

Madonna, sua linda! Suspeitíssima pra falar porque… bem, azul é minha cor preferida e Madonna minha cantora preferida.

Madonna veste Stella McCartney

Eva Mendes escolheu um tom mais forte, mas não curti a combinação cinto/plissado. Casual demais, não?

Eva Mendes também de Stella McCartney

AMEI o amarelo de Zoa Saldana, o cabelo e a joia. Simples e chique.

Zoe Saldana de Calvin Klein

Os tons escuros também andam em alta. Apesar da minha implicância com a cor marrom, sei que isso é pessoal e que tem muita gente que acha chique.

Alicia Keys de Givenchy

Se for pra escolher, fico com o vinho da Rachel Evan Woods.

Evan Rachel Woods veste Gucci

A Christina Hendricks deu uma leve “achatada” com a cauda, mas continua sendo musa porque é ruiva e super acertou no tom.

Christina Hendricks de Carolina Herrera

Por falar em musa ruiva, mais uma foto da Blake Lively e seu mais novo (?) amigo Karl Lagerfeld. Tenho muita implicância com o ruivo papel crepon, até porque A-MA-VA o tom loiro da guria, mas vamos aguardando as cenas dos próximos… Vai que é uma loucura passageira, né?

Blake Lively e Karl Lagerfeld

Dizem que a Anna Wintour decepcionou o povo porque não foi de Alexander McQueen. Eu achei o Chanel perfeito. Povo gosta de implicar.

Anna Wintour

Agora, quem estava linda mesmo: Jennifer Hudson de Vera Wang! Tá rolando uma vibe casório, né? Todo mundo disfarçando a vontade de ser noiva com outras cores! =P

Jennifer Hudson

É isso, galera. Depois de um luxo total nos últimos dias, o próximo post vai ser algo mais pé no chão. 😉