Arquivo mensal: abril 2011

Também quero ser princesa!

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Hoje o mundo parou pra ver a realização de um conto de fadas. Com direito a um príncipe meio carequinha, mas que, dizem algumas, ainda dá um caldo. Sensação, sensação foi mesmo o padrinho, príncipe Harry o vestido da noiva.

Kate Middleton, ops, princesa Catherine,  usou uma criação de Sarah Burton, da Alexander McQueen. Sarah e sua equipe conseguiram combinar a tradição que a ocasião pedia com a modernidade da noiva. Graças a Deus, porque eu realmente odiaria ver a Kate fantasiada de bolo, como a sua sogra, lá em 1981.

A Kate foi buscar inspiração em outra princesa, que se casou em 1956, a Grace Kelly. Até hoje, vestido criado por Helen Rose – figurinista do estúdio onde a atriz trabalhava – é considerado um dos vestidos de casamentos mais elegantes do mundo.  

Mas eu, que fui criada acreditando que qualquer mulher podia encontrar seu príncipe (aham, Claudia!) escolheria um modelo um pouco diferente.  Agora, qualquer uma pode ter seu casamento real, basta escolher um dos vestidos inspirados nas princesas da Disney.

Eu, que passei meu aniversário de 21 anos vestida de Bela, não teria problema nenhum em subir ao altar com um desses.

Não dá vontade de sair casando hoje mesmo?

Inutilidades fofas

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A meia dúzia de quatro pessoas que lê esse blog merece que eu me dedique mais a ele, é verdade. Mas anda (muito, muito, muito) difícil arrumar tempo pra conciliar o que eu QUERO e o que eu realmente PRECISO fazer.

Hoje, meu corpo me fez parar de fazer tudo o que eu realmente PRECISAVA, mas também não me deixou fazer o que eu QUERIA.

Nesse breve momento letárgico, eu consegui encontrar umas coisas muito legais na rede, e resolvi dividir com vocês.

São os mágicos cinco minutos do dia em que você para tudo o que tá fazendo só pra dar uma refrescada na mente…

O tumblr Little Things faz uma lista (fofa!) das pequenas coisinhas que dão um prazer danado. Amei várias, mas fico com essa, que combina com o momento!

That can be my next tweet! é uma sacada muito boa e muito, mas muito inútil! Você entra no site, coloca o seu username no twitter (não precisa de senha!) , baseado nas suas últimas twitadas, ele cria uma nova. Totalmente sem sentido, mas divertido!

The Celebrity Fragrance Guide prova de dá pra encontrar de um tudo na internet. Ele lista os perfumes queridinhos das celebridades e você pode descobrir quem tem o cheiro parecido com o seu!

Eu, por exemplo, tenho o mesmo cheiro da Anne Hathaway, Drew Barrymore e da Natalie Imbruglia! Emoção! Chorei perfume agora! =P

As inutilidades que alegram uma terça-feira de cama…

A Onda

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Ontem foi um sábado dedicado ao meu programa preferido. O trio: namorado, brigadeiro e DVD. De bônus, os amigos e um filme sensacional!

 

A Onda é uma produção alemã (não torça o nariz antes de conhecer! #ficaadica) baseada em um caso que ocorreu em Palo Alto, na Califórnia, em 1967.

Na vida real, o professor de high school Ron Jones deveria ensinar aos seus alunos o que é uma autocracia. Perguntado sobre a responsabilidade do povo alemão diante das atrocidades de Hitler ele propôs um exercício simples, para mostrar a turma como era seguir as ordens de um líder. Logo de cara, os alunos entraram no clima da experiência, mas aos poucos o movimento foi ficando cada vez mais violento, até que Jones foi obrigado a interromper a simulação.

O diretor alemão, Dennis Gansel, acertou ao levar a história de Palo Alto para a Alemanha atual. Assim como aconteceu na Califórnia, tudo começa com uma pergunta básica: é possível ressurgir o nazismo na Alemanha? O professor Rainer Wenger (Jürgen Vogel) acha que sim e, para provar isso aos seus jovens alunos, transforma a classe toda em um movimento que tem
como lema “a força pela disciplina”.

Os cento e sete minutos de filme nos dão muito em que pensar. Todo mundo gosta de ter a ilusão de que é completamente diferente do vizinho ao lado, mas na verdade, a maioria quer apenas “se encaixar” e, para isso, acaba se submetendo a várias regras – mesmo que muitas vezes elas sejam completamente arbitrárias e contrárias aos nossos valores.

A moda é um exemplo disso, e a primeira coisa a ser abolida em um regime onde não existe a noção de indivíduo. Preste atenção na cena onde a personagem Karo (Jennifer Ulrich) experimenta uma camisa branca, o “uniforme” da Onda. Ela se olha no espelho por todos os ângulos, mas não consegue se ver vestida com aquilo. Parece futilidade, mas na verdade, é a questão central do filme: porque nós, seres humanos, e sociais por natureza, abrimos mão da nossa individualidade com tanta facilidade em nome de um grupo?

Resumo da história: vale MUITO a pena deixar o pipocão americano de lado de vez em quando e assistir a um filme em outra língua que não seja o inglês! J

 

Color blocking discreto

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Eu ainda não me reconheço muito na tal tendência do color blocking, não. Tenho zero vocação pra sair na rua à la Kate Perry na capa da Elle…

Acho tudo meio descombinado demais, muito anos 80, muito polaina com sandália, muito Will Smith em Fresh Prince of Bel Air. Ou seja, tudo muito esquisito (em mim, tá gente???).

Por outro lado, eu AMO cor. Principalmente se elas forem bem fortes e berrantes (na decoração, e não na minha pessoa).

Então, inventei uma alternativa mais básica.

Ao invés de sair assim:

Ou assim:

 

Outro dia, eu fui trabalhar assim:

 

Roxo com verde, mas mesmo assim, bem discreto. Mas vale como color-blocking, né? Diz aí!

Desculpem pela qualidade da foto… Apesar do Blackberry ser um ótimo celular é PÉSSIMO como câmera fotográfica!

Obs: A camisa é Lacoste e o relógio é o Mariner!

As outras

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A gente não tem nada contra o casamento do príncipe William com a Kate Middleton, mas acha que já deu desse assunto – pelo menos até a cerimônia, onde vai dar pra ver o vestido bafo, as joias e os looks “deusos” dos convidados. Mas até lá, a gente quer falar das outras princesas – igualmente lindas – e injustamente esquecidas depois do “furacão Kate”.

. Charlotte Casiraghi: como se não bastasse ser linda, ela é filha da Caroline de Mônaco, neta da Grace Kelly, irmã do Andrea (morri três vezes agora!) e do Pierre, e namorada do brasileiro Alex Dellal. Eu poderia passar horas falando da árvore genealógica da moça, mas ela também tem brilho próprio.

Aos 24 anos, depois de se formar em Literatura, resolveu se dedicar à equitação em tempo integral e hoje é patrocinada pela Gucci. A marca tem a amazona Frida Gianinni como diretora de criação e ainda fez a famosa estampa Flora especialmente para Grace Kelly. Ou seja, tudo a ver, né?

. Charlene Wittstock: a realeza monagesca tá com tudo. A nadadora sul-americana vai se casar com o príncipe Albert II em julho. Ok, ok. O príncipe passa bem longe daqueles dos desenhos da Disney, mas realeza é realeza. Seu estilo é meio indefinido. Às vezes se veste como alguém que sabe o que tá fazendo, às vezes parece que ela implora pelos serviços de Rachel Zoe. Charlene, a gente tá torcendo por você!

. Paola de Orleans e Bragança: dá licença que a gente aqui no Brasil também tem princesa, tá? E das boas! A princesa Paola é exemplo de mulher do século XXI e faz de tudo um pouco. É modelo, DJ, designer de joias e apresentadora do Fashion TV. Até hoje a mídia se surpreende com o fato de ela se comportar mais como plebeia do que como princesa, mas é mais ou menos por aí, né? Quem é mesmo, não precisa sair mostrando.