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Dia de Don’t cry, buy a bag

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Há exatamente um ano atrás, eu tracei uma meta: escrever um blog de moda.

A ideia era criar um espaço em que eu pudesse falar das coisas que eu gosto e que interessam a muita gente, mas sempre com meu olhar. Um olhar curioso, apaixonado, mas muito despretensioso, já que (ainda) estou longe de ser profissional. Mais do que isso, eu tinha vontade de traçar um objetivo e ver até onde conseguia ir com ele. Eu já tinha criado outros blogs antes, mas sempre largava pelo meio do caminho.

O Don’t cry, buy a bag começou em uma fase estranha. A vida estava confusa, com muitas mudanças, novas descobertas e eu, ansiosa que sou, descontava tudo em um amiguinho bem próximo: o cartão de crédito. Logo deu pra perceber que o amigo não era tão amigo assim, mas o nome do blog veio muito deste prazer (inenarrável) que a gente tem quando compra alguma coisa nova. Acho que a música da Fergie traduz perfeitamente isso, e traduzia também aquela fase da vida.

Hoje, ansiedades acalmadas, o verso “Don’t cry, buy a bag” ganhou outro significado. É aqui, no blog homônimo, que eu mostro (e pretendo continuar mostrando) as descobertas bacanas que a gente faz por aí…  É daqui que vem o prazer de saber que tudo o que eu escrevo é lido por um número maior de pessoas a cada dia. Afinal, com estas pequenas coisinhas (a bolsa da moda, um creme bacana, uma música boa)  que a vida fica mais leve e a gente mais feliz!

Então, parabéns pra gente! Parabéns pra mim, que escrevo o blog todo dia, e parabéns pra vocês que leem, comentam, elogiam ou reclamam!

Rumo aos 10!

Labels or love?

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Tenho uma dificuldade ENORME na hora de escolher nomes para blogs. Acho ótimo quem consegue inventar coisas como “Garotas Estúpidas”, “Dia de Beauté”, “Bainha de fita crepe”, ou coisas singelas como “Blog da Mariah”. Lindo e simples.

 

Eu, por outro lado, sou péssima. Por isso, fui pedir ajuda lá pra tia Fergie, que canta o meu hino uma música ótima.

 

Foi trilha de Sex and The City 2 e resume mais ou menos a minha maneira de pensar moda e o mundo que nos cerca.

 

Ok, ninguém vai sair trocando os homens (ou mulheres) por um bom par de jeans – ainda que de vez em quando dê vontade de levar o sujeito num bazar só pra ver se dá pra conseguir coisa melhor – mas a ideia é essa.

 

Moda é pra ser divertida, e dar uma animada quando as coisas estão ruins. Ou vai dizer que você nunca se sentiu melhor depois de uma passadinha na sua loja preferida?

 

Então fica combinado assim. Eu escrevo daqui e você comenta daí. 😉