Arquivo da categoria: Filmes

Woody Allen

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Final de semana passado foi quase inteiramente dedicado a Woody Allen, meu diretor de cinema favorito. Eu sei, seus filmes estão longe de ser unanimidade, mas continua sendo meu ídolo. Não, nem o casamento com a enteada, ou até mesmo o chatinho Você vai conhecer o homem de seus sonhos foram capazes de abalar meu amor por ele. Então, vocês podem imaginar o tamanho da felicidade quando minha mãe – super fã também – resolveu me presentear com um box de dvd’s. São mais de 20 títulos, desde Bananas até o mais recente Melinda e Melinda.

Depois de ver vários assim, seguidos um do outro, comecei a perceber que Allen é sim um diretor de filmes de arte – aliás, tem rótulo mais chato do que esse?– mas também se tornou uma figura pop muito bacana. A prova disso é a enorme quantidade de produtos por aí que foram inspirados nele ou fazem uso de sua carinha de nerd.

Confira a nossa seleção, recheada de sugestões para presentear os fãs do diretor!

Sapatos, Sarah Chofakian – a designer fez uma coleção inteiramente baseada nas divas dos filmes de Allen. Este por exemplo é a cara de Annie Hall, a personagem de Diane Keaton em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa.

Boneco Woody Allen, Q-Vizu – não dá vontade de levar para casa e colocar em cima da cama? A marca fez ainda várias versões com Lady Gaga, Amy Winehouse, Beatles e Michael Jackson.

Como Woody Allen pode mudar sua vida, Éric Vartzbed – tem cara de auto-ajuda, mas na verdade é só uma auto-ironia. O autor brinca com os títulos desse filão para traçar um perfil de alguns dos personagens mais marcantes do diretor. Vale cada centavo.

Camiseta Woody Allen, Loja Smile – para aqueles que gostam de cultura pop, mas já não aguentam mais ver a cara do Che Guevara por aí! Hehehe. A loja ainda é recheada de opções bacanas para os amantes de camisetas.

Coleção Woody Allen – não tem como não amar, juro! Os melhores? Annie Hall, Zelig, A Outra e claro, A Rosa Púrpura do Cairo.

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Dirty Dancing – 25 anos

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“Now I’ve had the time of my life. No, I’ve never felt like this before…” Quem nasceu nos anos 80 e nunca cantou o tema de Dirty Dancing ou se imaginou nos braços de Patrick Swayze dançando a coreografia final do filme não teve infância – ou adolescência!

O filme que marcou época – e muitas Sessões da Tarde – hoje completa 25 anos! Jennifer Grey, que interpretou a Baby, hoje já é uma mulher de 52 anos e Swayze infelizmente já faleceu mas, sempre é tempo de lembrar, não é?

Então, dá uma pausa aí no trabalho e canta com a gente!

No DVD: Não sei como ela consegue

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Eu não sei quem inventou o Now! – serviço da NET que disponibiliza muuuuitos programas para seus assinantes – mas quando eu descobrir, sou capaz de mandar flores! Pois foi essa coisa incrível que salvou minha quarta-feira de cama. Entre tantos filmes que me pareciam legais, escolhi um que lamentei um tanto ter perdido no cinema.

Não sei como ela consegue é um filme sobre mulheres. Não aquelas ultra glamourosas que desfilam pelas ruas de Nova York calçando Manolos – apesar de a protagonista ser a Sarah Jessica Parker – mas aquelas reais que tem que trabalhar, cuidar dos filhos, agradar o marido, se manter magra, linda e bem-vestida. Ou seja, todas nós.   Ok, a maioria aqui ainda não é mãe (acho eu!), mas quem trabalha oito horas por dia, estuda, dá atenção pro namorado, pros amigos e pra família, já pode ter uma ideia bem boa do que significa equilibrar pratinhos.

Kate é dessas que fazem listas (quem nunca?) e se culpam por não conseguir cumprir cada item à risca. O trabalho vai bem, obrigada, a família idem. Até que ela tem a chance de pegar um projeto grande na firma em que trabalha e se vê em um dilema: afinal, o que é prioridade na vida? E mais, como resistir aos encantos do banqueiro Jack Abelhammer (ninguém menos que Pierce Brosnan, nosso eterno James Bond!)?

Fiquei pensando no assunto durante muito tempo, principalmente depois de ler a matéria de capa da TPM de julho.  Como dar conta das tarefas e não se corroer de frustação quando não conseguir completar as 34085869 pendências do dia?

Em tempo: Sarah Jessica Parker conseguiu se livrar do espectro de Carrie Bradshaw, ao contrário da galera de Friends! Vale ver!

Bonequinha de luxo faz 50 anos!

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Todo mundo se lembra da cena em que Holly, vestida com seu Givenchy,  toma seu café da manhã enquanto olha a vitrine da Tiffany’s. Agora acrescenta na imagem alguns fios de cabelo branco. Pois é!  Hoje o filme Bonequinha de Luxo completa 50 anos!
Se você ainda não viu, te damos cinco motivos para correr até a locadora mais próxima.
1.    A história

Escrito por Truman Capote, Bonequinha de luxo conta a história de Holly Golightly, uma garota de programa nova-iorquina que sonha em se casar com um milionário que lhe dê luxo, riqueza e tudo o que ela encontra na sua loja preferida, a Tiffany’s. Tudo vai indo bem, até que ela conhece seu vizinho Paul Varjak (George Peppard), um escritor pobre, mas muito apaixonado por ela. O que escolher? As joias ou Paul?

2.    Audrey Hepburn

Se dependesse de Capote Audrey não estaria ali. O papel foi escrito originalmente para Marylin Monroe, que só não participou por já estar comprometida com outra produção. Sorte a nossa! Com Marylin, o filme seria outro. Fala sério, com Audrey a gente até demora a perceber que o papel principal é de uma prostituta, não? Pois é, isso se deve à classe e à elegância natural da atriz, ícone de estilo até hoje. Vamos colocar dessa forma, ela já era uma it girl antes mesmo do termo existir!

3.    Figurino


Com um vestido preto Givenchy e um trench coat da Burberry, as pessoas até se esquecem do nome por trás de tudo isso. No caso de Bonequinha de Luxo, é a Edith Head, figurinista top de Hollywood, que fez figurinos de outras ótimas produções como A Malvada, Cinderela em Paris, a Princesa e o Plebeu, Sabrina, Janela Indiscreta, e muitos outros. Pense bem, se Audrey estivesse vestida de vermelho, teríamos um filme totalmente diferente, não?

4.    Moon River

Uma das músicas mais bonitas do cinema americano.

5.    Audrey falando português

Filha de baronesa, Audrey falava muitas línguas: inglês, francês, alemão, espanhol e… português! Pelo menos, no filme. Ao se apaixonar (?) por um latifundiário brasileiro, Holly se apressa em aprender o idioma. O resultado é uma frasezinha sem nexo, mas muito engraçada.

Muuuuito bom! =)

Tim-shirts!

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Os cinéfilos e os fãs de camiseta vão amar a novidade. Tim Burton, diretor de vários dos meus filmes preferidos (Peixe Grande é vida!), serviu de inspiração para uma linha de camisetas especiais para o Halloween da espanhola Springfield.

Os filmes escolhidos foram Noiva cadáver e O estranho Mundo de Jack!

Não dá vontade de comprar todas?

As versões masculinas custam, em média, 20 euros, e as femininas 13 euros! A marca não entrega no Brasil, mas se você tiver alguma amiga dando uma peruada pela Europa, vale a encomenda!